<?xml version="1.0" encoding="utf-8" standalone="yes"?><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"><channel><title>Ci-Cd on Rafael Dutra</title><link>https://rafaeldutra.me/tags/ci-cd/</link><description>Recent content in Ci-Cd on Rafael Dutra</description><generator>Hugo</generator><language>pt-BR</language><lastBuildDate>Fri, 07 Aug 2026 00:00:00 +0000</lastBuildDate><atom:link href="https://rafaeldutra.me/tags/ci-cd/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title>Docker Compose - Orquestrando Múltiplos Containers</title><link>https://rafaeldutra.me/blog/2026/08/07/docker-compose-orquestrando-containers/</link><pubDate>Fri, 07 Aug 2026 00:00:00 +0000</pubDate><guid>https://rafaeldutra.me/blog/2026/08/07/docker-compose-orquestrando-containers/</guid><description>&lt;p&gt;Nos artigos anteriores desta série, subimos containers, criamos redes e volumes manualmente, um comando &lt;code&gt;docker run&lt;/code&gt; de cada vez. Funciona, mas não escala: numa aplicação real com banco de dados, cache, API e worker, decorar (ou repetir) todos aqueles comandos vira um problema. O Docker Compose resolve isso descrevendo toda a stack num único arquivo declarativo.&lt;/p&gt;</description></item><item><title>Dockerfile na Prática - Camadas, Cache e Multi-Stage Builds</title><link>https://rafaeldutra.me/blog/2026/08/05/dockerfile-camadas-cache-multi-stage/</link><pubDate>Wed, 05 Aug 2026 00:00:00 +0000</pubDate><guid>https://rafaeldutra.me/blog/2026/08/05/dockerfile-camadas-cache-multi-stage/</guid><description>&lt;p&gt;No artigo anterior desta série, rodamos containers a partir de imagens prontas. Mas o valor real do Docker aparece quando você empacota a sua própria aplicação. Um &lt;code&gt;Dockerfile&lt;/code&gt; mal escrito gera imagens gigantes e builds lentos; um bem escrito aproveita cache de camadas e produz imagens enxutas. A diferença está em entender como o Docker constrói uma imagem por dentro.&lt;/p&gt;</description></item></channel></rss>